terça-feira, 17 de julho de 2018
Momento de integração no espaço escolar.
Encerramento do primeiro semestre envolvendo, brincadeiras, danças, lanche coletivo, momento de alegria e diversão na escola.
Uma reflexão sobre a construção do conhecimento.
A construção do conhecimento deve ocorrer
coletivamente e estar voltada para questões que contemplem as diferenças, ou
seja, a diversidade humana que compõe a escola, sendo necessário para isso,
incluir questões a serem discutidas e/ou refletidas tais como: etnia, raça,
gênero, classe, sexo, deficiência, entre outras, valorizando todo o
conhecimento que os diferentes grupos trazem para a sala de aula, o professor precisa repensar sua prática educativa, fazendo com que a mesma contemple as
necessidades de todos os educandos.
segunda-feira, 16 de julho de 2018
Tecnologias na Escola
Atualmente o avanço tecnológico acontece de
maneira muito rápida, onde a escola ainda em desvantagem , com tantas
novidades.
Com o avanço da
tecnologia com o passar dos anos tem seus prós e contras, quando falamos em
tecnologias que ajudem a beneficiar o andamento e a vivencia do ser
humano, na educação, na vida pessoal e profissional.
Nas salas de aula,
proporcionando facilidade aos alunos na aprendizagem, mas ao mesmo tempo
esquecendo os verdadeiros princípios da aprendizagem e do
conhecimento, exemplo, no meu tempo de aluna tínhamos que saber a tatuada
da ponta da língua, hoje o aluno não necessita saber, mas sim, saber onde
encontrar, no celular, nas tabelas, enfim, dificultando
seu raciocínio na hora da realização dos exercícios. Alunos que levam para
suas escritas, costumes apresentados no watts, mas ao mesmo tempo, celulares
com internet, facilitando a utilização para pesquisas e dúvidas tiradas em
sala de aula
Antigamente
tínhamos que saber os números dos telefones celulares das pessoas para
ligar, hoje se não tivermos em mãos o aparelho não sabemos, as vezes
me pergunto, onde está a aprendizagem pois os alunos não precisam mais pensar,
tem a tecnologia para ajudar.
Mais importante que
equipar as escolas é incentivar os professores na apropriação dos novos
recursos assim como a construção de conhecimentos dos alunos. Que a utilização
destas tecnologias sejam um facilitador no momento da apropriação
do conhecimento, tanto para o docente como para o educando, sendo bem
aplicada na educação toda a comunidade escolar será beneficiada por ela.
Reflexão referente a Educação de Jovens e Adultos(EJA)
Estudando esta disciplina pude refletir sobre ideia errada que eu fazia em relação a esta modalidade de ensino, como eu tive uma experiência que não foi muito agradável, quando fui fazer um estágio, e á partir dali comecei a construir um conceito totalmente fora da realidade que é a Educação de Jovens e Adultos, nela os alunos tem uma oportunidade de escolarização aqueles que não tiveram na idade própria escolar, no entanto, é mais do que uma oportunidade para aquisição da certificação escolar, sendo também para ampliar os conhecimentos, aperfeiçoar-se socialmente por meio das relações interpessoais e desenvolver habilidades e competências exigíveis no mercado de trabalho, enfim um resgate da sua cidadania.
Revisão dos textos.
Foi importante este trabalho da revisão dos textos, nele podemos compartilhar a nossa escrita e também, aprender lendo o que as colegas escreveram, todas as críticas contribuíram para o enriquecimento da nossa produção textual, apontando onde poderíamos melhorar , acrescentar ou repensar no momento que estávamos construindo o nosso texto.
Aquisição da Linguagem por Chomsky
O modelo Chomskyano de aquisição de linguagem toma os seres humanos como únicos dotados de uma faculdade da linguagem.Faculdade esta que nos permite falar, diferenciando-nos dos animais que não possuem essa característica. Esse aspecto nos seria dado através de nossa biologia, ou seja, nos genes dos humanos há algum componente que nos permite desenvolver a fala.
Para cada indivíduo, a faculdade da linguagem tem um estado inicial determinado pela dotação biológica.
Para cada indivíduo, a faculdade da linguagem tem um estado inicial determinado pela dotação biológica.
No inatismo o papel do outro é praticamente nulo, pois o que se defende é o fato do indivíduo possuir a habilidade inata para a linguagem. Ele já seria programado biologicamente para fazer uso da língua. Sendo assim, não necessitaria do outro, pois em seu interior ele já tem tudo aquilo que precisa para se desenvolver nesse campo.
Aquisição da Linguagem por Vygotsky
A visão interacionista social (Vygotsky) considera os fatores sociais, comunicativos e culturais para a aquisição da linguagem, estudando as características da fala dos adultos.Segundo esse ponto de vista teórico, a interação social e a troca comunicativa são pré-requisitos básicos para a aquisição da linguagem. Nessa perspectiva, a linguagem é atividade constitutiva do conhecimento de mundo e a criança se constrói como sujeito.
Aquisição da Linguagem por Piaget
A visão cognitivista construtivista (Piaget) entende a aquisição da linguagem como dependente do desenvolvimento da inteligência da criança. Sob esse ponto de vista, a linguagem surge quando a criança desenvolve a função simbólica. É necessária a mediação do outro entre a criança e o mundo, porém a criança não espera passivamente o conhecimento, mas constrói tal conhecimento a partir das relações estabelecidas através dessa mediação.
Aquisição da Linguagem por Skinner
Para Skinner a aquisição da
linguagem parte do pressuposto de que o processo de aprendizagem consiste numa
cadeia de estímulo-resposta reforço. O ambiente fornece os estímulos - neste
caso, estímulos linguísticos e a criança
fornece as repostas, tanto pela compreensão como pela produção linguística. A
criança, por esta teoria, durante o processo de aquisição linguística, é
recompensada ou reforçada na sua produção pelos adultos que a rodeiam.
Os Desafios na Educação de Jovens e Adultos
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) é uma
modalidade de ensino complexa, porque envolve dimensões para além da questão
educacional.
A Educação de Jovens e Adultos, segundo a
LDB, oferece uma oportunidade de escolarização àqueles que não a tiveram na
idade própria escolar, no entanto, é mais do que uma oportunidade para aquisição
da certificação escolar, sendo também para ampliar os conhecimentos,
aperfeiçoar-se socialmente por meio das relações interpessoais e desenvolver
habilidades e competências exigíveis no mercado de trabalho.
Diante disso, entende-se que a EJA
apresenta-se como fio condutor à cidadania para todos aqueles que não tiveram a
oportunidade de completar seus estudos e/ou encontram-se à margem do processo
educativo.
Na Educação de Jovens e Adultos, os educandos
são um público diversificado, pois apresentam pluralidade de culturas e diferentes
tipos de conhecimentos. Assim, é importante que o educador não aborde somente
os conhecimentos científicos, mas considere a cultura própria dos alunos,
partindo da realidade do educando, para desta forma, facilitar o processo de
ensino aprendizagem. Um dos deveres mais importantes do docente na
prática pedagógica é propiciar condições, para que os educandos possam
assumir-se como ser pensante, comunicante, reflexivo, transformador e sujeito
do seu próprio conhecimento.
Para tanto, o relacionamento entre professor
e aluno precisa ser de reciprocidade, proporcionando um ambiente de
relacionamento saudável onde dê segurança ao aluno para se expressar, pois
segundo Freire (1996, p. 25) “Ensinar não é transferir conhecimento, mas criar
as possibilidades para a sua produção ou construção”.
Segundo Freire (1996), o professor, além de
ensinar, aprende; e o aluno, além de aprender, ensina. Freire criticava a ideia
de que ensinar é transmissão de conhecimento, uma vez que ao professor cabe a
tarefa de possibilitar a criação ou a produção do conhecimento e não da sua
imposição. Assim, o professor da Educação de Jovens e Adultos deve buscar todas
as estratégias possíveis para trabalhar o aprendizado de seu educando. O
trabalho do educador não é pressionar os alunos, mas desenvolver um processo de
descobertas, o saber prévio e as vivências dos jovens e adultos devem ser respeitados
e, que só aprende algo novo a partir de algo já conhecido. O educador precisa
praticar a reflexão, proporcionando uma prática pedagógica dialógica.
Alunos e professores devem caminhar juntos,
interagindo durante todo o processo de aprendizagem. É importante que o jovem e
o adulto, entendam o que está sendo ensinado e que saibam empregar em suas
vidas o que aprendem na escola.
O
educador precisa compreender o aluno como um ser pensante, possuidor de
capacidade e portador de ideias, mostrar-se como um aliado do educando, e
valorizar o conhecimento prévio do jovem e do adulto como uma contribuição
necessária para o processo de ensino-aprendizagem.
FREIRE, Paulo. Pedagogia da
autonomia: saberes necessários à prática educativa. 25 ed. São Paulo: Paz e
Terra, 1996.
FREIRE, Paulo. Política e
Educação. 5 ed. São Paulo: Cortez, 2001.
Professor Mediador
Atualmente, passamos da
ideia do professor que apenas transmite
conhecimento para o
entendimento de que o ser humano é capaz de construir o seu próprio saber e,
para isso, o professor deve possibilitar aos seus educandos, condições de
aprendizagem, comprometendo-se também com o seu próprio aprendizado. Sabemos
que a ideia não é nova, foi desenvolvida por Piaget (2002), que incentivou o
desenvolvimento como uma mola propulsora da aprendizagem, via ação
internalizada na busca de equilíbrio.
Essa linha de pensamento evoluiu e tomou novos rumos com outros
estudiosos, como Vygotsky (2003), que reforça a idéia de aprendizagem
alicerçada no social que considera a pessoa em seu todo, envolvendo a cognição
e a afetividade. É importante que o
educador tenha consciência do seu papel nessa nova cultura de aprendizagem,
passando de um modelo epistemológico empirista, cujo ensino está baseado na
ideia de transmissão de conhecimento, para outro modelo epistemológico
construtivista, situado na zona de desenvolvimento proximal (ZDP), em que
partindo do conhecimento prévio do aluno ele vai auxiliá-lo a apropriar-se de
novos conhecimentos, como um mediador.
Aprender e ensinar
O processo de aprender e o de ensinar têm mão dupla, pois envolvem educadores e
educandos num enfoque motivacional. O ato de ensinar e aprender é de pura
criatividade. E é por meio do diálogo e trocas que o educador contagia seus
alunos e é contagiado, aprendendo novos padrões e percepções. É uma aproximação
por meio da afetividade.
O
professor está em constante processo de ensino e de aprendizagem . Está
aprendendo sobre e com seus alunos, sobre novas descobertas, diferentes
técnicas, didáticas, postura profissional, adquirindo novos conhecimentos, se
atualizando. Deste modo, o professor reavalia o método e começa a ensinar e
estimular seus alunos a serem pensadores e não somente repetidores de
informação.
A
escola deve ser um lugar de acolhimento, onde o aluno se sinta valorizado e
estimulado a desenvolver suas capacidades criticas, para que se torne o
protagonista de sua história e não um mero espectador. Que ele seja atuante na
sociedade de forma a contribuir para a melhoria da mesma.
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