sábado, 15 de julho de 2017

Mensagem Final

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Encerramento Semestre Projeto Sacola Da Leitura

Continuando o Projeto da Leitura:  hora do conto a história  da  Margarida Friolenta, este tema foi desenvolvido,  possibilitando a reflexão referentes os valores abordados no mesmo, auxiliando na formação do cidadão crítico,autônomo e participativo na sociedade

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Festa Julina

Apresentação dos meus alunos do 1° ano do ensino fundamental,  os mesmos encenaram o Casamento na Roça, onde teve a participação de toda a comunidade escolar neste evento que mostra o pertencimento de todos na escola.






quinta-feira, 13 de julho de 2017

Reflexões Sobre Projeto de Aprendizagem (PA)

Refletindo sobre este PA, acredito que minha tarefa como professora seja levar o aluno ao mundo da leitura que é, também , socializar e compartilhar. Aproveitando a curiosidade das crianças desenvolvemos um projeto de prática de leitura das turmas do 1° anos, levando em consideração suas necessidades e interesses para desta forma resgatar o gosto pela leitura, Além disso, é importante destacar que o processo de   construção do leitor inicia nos primeiros  contatos da criança com a linguagem e com a escrita observando outras pessoas escreverem , ouvindo histórias e  da sua interação com  objetos escritos.Formar leitores não é uma tarefa fácil e não se restringe apenas á  escola, aos professores, e uma tarefa de toda a sociedade, foi observando isto é que este PA veio preencher esta lacuna, colocando as famílias como parceiros , as atividades foram divididas e todos os envolvidos participarem efetivamente,  cooperarando com as tarefas que eram enviadas para casa e assim o aluno se sentia estimulado a realizar com dedicação as atividades propostas também em sala de aula, com toda  comunidade escolar integrada neste projeto é que foi determinante para atingir os objetivos.

Gestão Democrática: Participação de Todos

É importante ter claro que a escola somente será fortalecida no processo de Gestão Democrática, quando o resultado for a soma dos esforços e houver a divisão de responsabilidades, isto significa mais pessoas participando nas tomadas de decisões e consequentemente, colhendo os resultados.

O que não se pode é tomar os determinantes estruturais como desculpa para não se fazer nada, esperando-se que a sociedade se transforme para depois transformar a escola. Sem a transformação na prática das pessoas não há sociedade que se transforme de maneira consciente e duradoura. É aí, na prática escolar cotidiana, que precisam ser enfrentados os determinantes mais imediatos do autoritarismo enquanto manifestação, num espaço restrito, dos determinantes estruturais mais amplos da sociedade (PARO, 2005, p. 19).


Sabemos que dificuldades existem, e não podemos deixar que determinantes do autoritarismo dificultem as ações de participação no interior da escola, e que possam vir a comprometer a participação efetiva da comunidade escolar.

Aprofundando Conhecimentos

Segundo a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) Nº 9394/96, as normas de gestão estão definidas da seguinte forma: Art. 14 - Os sistemas de ensino definirão normas de gestão democrática do ensino público na educação básica de acordo com as suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: I – participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto político-pedagógico da escola; II – participação das comunidades escolar e local em Conselhos Escolares ou equivalentes (BRASIL, 1998).

Consideramos que o fato de, formalmente, a gestão democrática constar na legislação (LDB), e ser um dos princípios constitucionais do ensino público, segundo Art. 206º da Constituição Federal de 1988, e ser contemplado na maioria dos Projetos Políticos Pedagógicos das escolas, essas sinalizações são decisivas nas mudanças das políticas educacionais Para que as políticas de democratização da escola e da gestão sejam efetivadas, é preciso ter claro que uma lei ou uma norma somente será sustentada se ela estiver na intencionalidade das ações, na consciência e na prática dos sujeitos. 

Reflexões sobre Gestão Democrática no Ambiente Escolar

Considerei bem pertinente o estudo desta disciplina, pois temos falado e discutido muito sobre o papel da gestão democrática e participativa no ambiente escolar. Buscamos sempre por meio destas discussões ter uma educação de qualidade pautada na formação cognitiva, intelectual e social mais completa.
 Sabemos que no contexto em que vivemos, a escola está se distanciando do sentido real da democracia. Fala-se muito e busca-se muito por uma gestão democrática, porém não é o que acontece na maioria das escolas públicas. Na realidade, da qual faço parte, há um faz de conta na gestão democrática.  A construção do PPP não é feita com a participação dos membros e da comunidade escolar, decisões são tomadas pela equipe diretiva e, depois, passadas aos professores.

Uma gestão democrática envolve a participação de todos, possibilitando o envolvimento de todos os integrantes da escola no processo de tomada de decisões e no funcionamento da organização escolar. Se todos participarem, haverá um melhor conhecimento dos objetivos e das metas da escola, de sua estrutura organizacional, de suas relações com a comunidade, possibilitando um ambiente de trabalho favorável a maior aproximação dos professores, pais e alunos. Assim, teremos uma educação com significado para o educando. 

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Gestão Democrática

A Interdisciplina Organização do Ensino Fundamental foi de suma importância para a minha aprendizagem. Trabalho em uma escola privada onde não vivencio essas práticas de gestão democrática no meu dia a dia escolar. Percebi a importância desses conceitos de como se estruturam as escolas que apostam numa gestão democrática.  Compreendi que para haver gestões escolares mais democráticas, é preciso valorizar as relações existentes no espaço escolar, para que realmente a igualdade nas relações ande lado a lado e esteja em primeiro plano, onde todos possam posicionar-se efetivamente, de maneira consciente e livre. Falar em Gestão Democrática é acreditar em uma educação com valor social e, logo, em uma escola construída a partir da ação coletiva. De acordo com Paro (2002), para que a escola seja realmente pública, ela tem que ser democrática. E, para ser democrática, deve atuar alicerçada em mecanismos que formem uma base forte entre direção e educadores. Nesta base forte, deve constar: integração, liberdade de expressão, colaboração e entendimentos. Se não houver esse entrosamento no setor interno da escola, esta instituição não poderá exigir que alunos ou pais cumpram as suas parcelas de democracia frente ao que está determinado no contexto geral do ensino. É preciso buscar uma construção coletiva, um repensar político-pedagógico organizacional para que todos possam se sentir integrantes do processo.


PARO Victor Henrique. Gestão Democrática da Escola Pública. Rio de Janeiro: 2002.

Avaliação

Segundo Jussara Hoffmann, "A avaliação escolar, hoje, só faz sentido se tiver o intuito de buscar caminhos para a melhor aprendizagem”. É preciso que haja uma mediação, que ela seja uma avaliação mediadora. O professor precisa acompanhar o desenvolvimento do aluno no processo de construção do conhecimento e caminhar junto com o educando, durante todo o processo de aprendizagem.  Para isso, é fundamental conhecer cada aluno e suas necessidades. Assim o professor poderá pensar em caminhos para que todos alcancem os objetivos. Em minha prática pedagógica uso a avaliação para investigar como os alunos estão aprendendo e o que deve ser feito para melhorar; observo os alunos individualmente, procurando sanar as dificuldades específicas de cada um, oportunizando atividades que resolvam suas dúvidas e contribuam para o seu progresso. 


domingo, 9 de julho de 2017

Reflexão Vídeo Jamil Cury



Assistindo o vídeo do professor Jamil Cury,  referente a retrospectiva histórica da evolução da educação, me fez refletir sobre  as reformas que poderão ser feitas na LDB, concordo que se as mesmas forem realizadas irão abrir um campo para novos retrocessos, um exemplo  é a mudança no ensino médio,  o que vai acontecer é a formação mão de obra barata, e os estudantes das classes menos favorecidas cada vez mais longe de uma formação de ensino superior.