terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Brincando o Carnaval
PERTENCIMENTO ESCOLAR
Acredito que essas comemorações que realizamos na escola faz
com que nos sentimos parte dela e são momentos que guardamos em nossa memória
para sempre.
Volta às Aulas: Hora do conto
Para recepcionar e estabelecer vínculos com os alunos, desenvolvi juntamente com minhas colegas, uma hora do conto, baseada na história: " Um Monstrinho na Escola".
Espaço, Forma e Criança
É importante lembrar que...
Espaço ocupado
Peça a alguns alunos que deitem no chão, assumindo as posições que quiserem. Com o auxílio de giz, as outras crianças traçam o contorno do corpo dos colegas. Os alunos que estavam deitados se levantam e observam o contorno feito. Pergunte, então:
O desenho feito representa o espaço que cada aluno, nas diferentes posições, ocupa no espaço da sala.
- a construção da noção de espaço se faz por etapas.
- o domínio de uma situação nova requer da criança a execução da ação físico-motora, embora ela já tenha atingido a fase da representação, ou seja, a capacidade de substituir a ação ou objeto por um símbolo ou signo.
Espaço ocupado
Peça a alguns alunos que deitem no chão, assumindo as posições que quiserem. Com o auxílio de giz, as outras crianças traçam o contorno do corpo dos colegas. Os alunos que estavam deitados se levantam e observam o contorno feito. Pergunte, então:
- O que é aquele desenho?
O desenho feito representa o espaço que cada aluno, nas diferentes posições, ocupa no espaço da sala.
O papel do professor na atualidade
Atualmente um dos principais desafios dos educadores é encontrar formas diferenciadas de tornar a busca pelo conhecimento interessante e prazerosa, procurando desenvolver atividades próximas da realidade do educando no processo de ensino-aprendizagem por meio do pressuposto teórico do sócio- construtivismo viabilizado pela zona de desenvolvimento proximal. Uma proposta sócio-construtivista pode representar a possibilidade que o aluno estabeleça ligações entre o que está sendo ensinado e sua realidade de vida, podendo fazer uma leitura crítica desta realidade, bem como perceber sua condição de sujeito ativo, que tem voz ativa e condições de participar das decisões tomadas dentro dessa realidade. Portanto, rompendo tanto com a lógica conteudista quanto com aquela que não concebe a realidade do mundo.
Trabalhando Grupo, Tempo e Espaço em Estudos Sociais
A tarefa dos Estudos Sociais é propiciar o conhecimento e facilitar o entendimento da realidade em que o aluno vive, partindo do conhecimento que ele possui. O trabalho do professor é sintonizar o aluno com o mundo.O professor deve ser provocador, instigador, questionador e problematizar o cotidiano. Por isso, é importante trabalhar grupo, tempo e espaço, para que o aluno faça a leitura do mundo ( entender a sociedade em que vive, seu tempo) para ser um cidadão crítico.
TEMPO NO ESPAÇO ESCOLAR
Um
dos fatores marcantes, atualmente, é a mudança na noção do tempo. O tempo não
pode ser pensado de forma linear, ele é simultâneo, globalizado. A criança
precisa compreender que o Tempo se constitui das mudanças e continuidades de
processos que são a própria vida, seja individualmente ou socialmente.
Assim,
percebemos que a escola está tendo dificuldade para adequar-se a essa nova
concepção de noção de Tempo, pois a mesma foi idealizada no tempo linear. Os
espaços escolares não são neutros e refletem essa transformação, já que é neste
espaço que a criança irá compreender que todos nós, a sociedade como um todo,
fazemos a história e que o mundo não permanece parado, estático.
No momento que a escola estrutura-se nessa
linearidade, acaba concebendo a ideia de que toda a criança aprende da mesma
forma e no mesmo tempo, o que por vez, isso não contribui para o crescimento e
o aprendizado dos mesmos.
A
escola precisa trabalhar com a concepção de que a criança é sujeito da sua
própria história, num tempo e espaço.
É
importante entendermos que os alunos estão formando-se / transformando-se em
cidadãos, e a escola cabe a tarefa de oportunizar que a criança construa seu
próprio conhecimento. O professor como mediador deve sintonizar o aluno com o
mundo e a sua totalidade.
Ver e Olhar
Vivemos em uma “roda
viva”, onde alguns fatos e atitudes acabam se repetindo, ano após ano, seja na
impunidade, na opressão, nas atitudes de quem detém o poder.
A escola está
inserida neste contexto, nesta sociedade e com tal reflete estas contradições e
repetições. Se por um lado nossas escolas parecem estagnadas no tempo, por
outro os alunos que frequentam estas instituições estão conectados com um mundo
diverso, mundo este que muitas vezes não se encontra refletido na escola.
Algumas vezes chegamos em sala de aula tão absortos em
nossos pensamentos que não vemos o que está à nossa volta. Nossas escolas estão
repletas de diferenças, a diversidade é nossa marca e devemos estar atentos
para isso. Olhar é pôr-se no lugar do outro, sentir seus sentimentos.
Esse olhar não nasce de uma hora para outra, devemos
trabalhar diariamente para que possamos chegar à esse tipo de olhar.
Apenas dessa maneira vamos entender e nos fazermos
entender.
Matemática : Classificação e Seriação
Para trabalhar a alfabetização matemática o professor precisa selecionar os conteúdos e saber ensiná-los. A construção do pensamento lógico matemático acontece por meio da manipulação de objetos, pois a manipulação permite a criança estabelecer relações de comparação, correspondência, classificação e seriação. Quanto mais estimulada ela for melhor será a sua alfabetização matemática.
Na classificação a criança observa e agrupa objetos a partir das características observadas. Já na seriação a criança desenvolve uma escala de tamanho construindo a cada objeto que acrescenta, criando uma linha comparativa do maior para o menor, do mais fino ao mais grosso e assim por diante.
Como trabalho com turmas de alfabetização costumo trabalhar um plano de aula voltado para a classificação, seriação e inclusão.
Matemática: Comparação
A comparação consiste em estabelecer diferenças ou semelhanças. Sabemos que as crianças já fazem naturalmente comparações de tamanhos, formas, cores, quantidades, etc., mesmo antes e fora da escola, pois no cotidiano das pessoas, a comparação é um processo mental frequentemente utilizado. No ambiente escolar, cabe a nós, educadores, aproveitar esses conhecimentos prévios para estimular os alunos a encontrar semelhanças e diferenças que caracterizam o que se deseja comparar.
Sabendo que a comparação é fundamental para classificar, seriar e incluir é importante o uso de jogos pedagógicos que podem ser simples, porém eficazes.
Experiência : É possível afundar uma laranja?
Devido ao enriquecimento que a experiência trouxe para a minha prática pedagógica, resolvi compartilhar.
Materiais:
- Balde ou bacia funda com água.
- Objetos variados.
Prática:
- Colocar os objetos um a um no balde ou bacia e observar o que acontece. Á medida que for experimentando os objetos separá-los em dois grupos: os que flutuam e os que não flutuam.
Questionamentos:
- Todos os tipos de objetos afundam ou flutuam ao ser colocados na água?
- Por que há objetos que afundam e outros que flutuam?
- Por que o corpo humano pode flutuar?
Refletindo sobre a sustentabilidade
Ao realizar a leitura dos textos
e observar as imagens, percebe-se que, no mundo atual, as pessoas não estão
sabendo utilizar os recursos naturais, sem agredi-los, diferente dos povos
indígenas que vivem, utilizam e preservam a natureza. Eles estabelecem uma
relação com a natureza.
A ciência percebendo o uso
indevido dos recursos naturais, busca alternativas voltadas para a
sustentabilidade, a fim de melhorar sua relação com a natureza.
Como as ciências da natureza podem auxiliar na construção de ideias cada vez mais complexas de mundo?
Acredito que o interesse e a
curiosidade pelas ciências naturais despertam a necessidade de compreender o
mundo e sua complexidade. O lúdico é uma ferramenta importante que contribui
para o ensino de Ciências Naturais, pois permite ultrapassar as barreiras da
sala de aula, ampliando o imaginário e possibilitando a análise do todo. Contribui
para que o aluno compreenda conceitos aparentemente difíceis e abstratos. Isso proporciona
também estar mais próximo da realidade e a complexidade do mundo.
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